EDIÇÃO Nº 04 - MAIO/2017

Compartilhamento

O conceito e as atitudes que estão mudando o mundo.

Compartilhamento
Se resgatarmos a história da humanidade, é possível concluir que nós nascemos para compartilhar: na busca e manutenção dos alimentos - quando os recursos ainda eram escassos, no cultivo coletivo da terra e na prática do escambo, por exemplo. Mas, apesar do conceito ser antigo, o compartilhamento de informações e as relações interpessoais estão se reinventando de forma dinâmica e atraente, especialmente com o advento do mundo digital.

A prova disso é que o volume de dados criado nos últimos dois anos é maior do que a quantidade produzida em toda a história da humanidade. Enquanto você leu o primeiro parágrafo dessa matéria, 31,25 milhões de mensagens de WhatsApp foram enviadas, 2,77 milhões de vídeos foram assistidos no Facebook e ocorreram 1,73 milhões de novas curtidas no Instagram. Tudo isso só foi possível por causa de uma revolução que está transformando o mundo. 

“A revolução digital é também a revolução da forma de como as pessoas se relacionam e isso está resultando uma nova forma de fazer negócio, que privilegia a agilidade, a inteligência, a diversidade e o cooperativismo”, afirma Mateus Bittencourt da Silva, gerente de T.I. da Uniprime. Isso nos leva ao questionamento: como administrar produtos e serviços que, apesar de serem amplamente e facilmente consumidos e compartilhados, fazem parte de um contexto onde daqui quatro ou cinco anos já correm o risco de se tornarem ultrapassados? 

“Certamente, a economia tradicional terá que se adaptar à realidade desse novo mundo. Na Uniprime, por exemplo, priorizamos o atendimento humanizado nas agências, ao mesmo tempo que desenvolvemos aplicativos e funções no Internet Banking que atendam o cooperado sem que ele precise sair de casa. Isso é respeitar a diversidade e participar da construção desse novo mundo”, conclui Mateus.


Mateus Bittencourt da Silva, gerente de T.I.

Jornalista Responsável: Loraine Santos