EDIÇÃO Nº 36 - NOVEMBRO/2021

Segurança cibernética em pauta

Banco Central oferece diretrizes para cooperativa atuar junto aos seus cooperados

Segurança cibernética em pauta
Para as instituições financeiras, o avanço tecnológico é sinônimo de inúmeros benefícios e facilidades para o cooperado. Mas, junto com o ganho na agilidade das operações, chegam também os desafios para tornar o ambiente ainda mais seguro para o usuário. 

“O trivial em termos de segurança em infraestrutura tecnológica sempre foi cumprido pelas instituições financeiras, que fazem muitos investimentos e sempre buscam o que tem de mais eficiente e inovador para este fim. No entanto, o que vemos atualmente como desafio é a conscientização dos usuários que, por falta de conhecimento e informação sobre segurança cibernética, acabam por cair em golpes e roubos de informações”, alerta Evandro César Zampieri Teixeira, Coordenador de Infraestrutura TI da Uniprime.

A política de segurança cibernética do Banco Central relacionada ao desafio citado por Teixeira apresenta diretrizes para que as instituições financeiras atuem junto aos seus clientes e cooperados, a fim de disseminar uma cultura de segurança no ambiente digital. “A política fornece um norte para as instituições seguirem sua jornada rumo à melhoria constante da segurança cibernética que vai muito além da tecnologia em si, pois envolve o comportamento das pessoas e não somente de sistemas”, explica o Coordenador. E ainda completa: “A Uniprime do Brasil está em constante evolução em várias frentes aderentes à política cibernética do Banco Central, visando fornecer segurança e transparência aos nossos cooperados”.

Jornalista Responsável: Loraine Santos